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  • Hochwasser in Magdeburg, Soldaten helfen (Foto:Getty Images)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Mobilizando a nação

    Cerca de 70 mil bombeiros, 11 mil soldados e um imenso número de voluntários estão lutando contra as inundações e suas consequências. A foto mostra Magdeburg, na Alta Saxônia (foto) centro-norte da Alemanha, onde o rio Elba atingiu seu nível mais alto em 1200 anos da história da cidade. Dezenas de milhares pessoas tiveram que deixar as próprias casas.

  • Deichbruch in Sachsen-Anhalt (Foto: dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Diques rompidos

    O exército alemão tentou, sem sucesso, estabilizar com sacos de areia esse dique ao sul de Magdeburg. Na confluência dos rios Elba e Saale, as águas invadiram as planícies de baixa altitude. As cidades afetadas foram amplamente evacuadas no dia anterior.

  • Freiwillige Helfer schippen am 09.06.2013 die gesamte Nacht hindurch Sandsäcke in Magdeburg (Sachsen-Anhalt) voll, um in Magdeburg und Umgebung die Deiche und Häuser zu sichern. Foto: Pauline Willrodt/dpa

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Trabalho incessante

    Em Magdeburg, voluntários trabalharam toda a noite sob a luz dos holofotes, enchendo e empilhando sacos de areia, para tentar salvar casas e diques. Muitos voluntários passaram dias quase sem dormir. Apesar do trabalho duro, o perigo não foi evitado. No último domingo (09/06), o nível da água em Magdeburg continuou a subir.

  • Hochwasser in Halle (Foto:dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Rios cheios

    A cidade de Halle, na Alta Saxônia, luta contra as águas do rio Saale. Na foto, um voluntário carrega uma criança em uma rua alagada. Durante essa época do ano, o nível da água no Saale é de dois metros em média. Nos últimos dias, o nível chegou ao recorde de oito metros de profundidade.

  • Bundespräsident Joachim Gauck besucht die Hochwasser-Region (Foto: dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Visita do presidente

    Depois da visita de diversos políticos, entre eles a chanceler Angela Merkel, o presidente alemão Joachim Gauck visitou as áreas atingidas pelas enchentes no domingo (09/06). Ele falou com moradores, voluntários e os parabenizou por sua coragem. Na foto, ele visita a cidade de Meissen, no leste, conhecida por sua tradição na produção de porcelana.

  • Hochwasser in Meißen (Foto:dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Recuo das águas

    À primeira vista, algumas ruas de Meissen lembravam a cidade italiana de Veneza. Ainda não se sabe ao certo a extensão dos danos causados pelas inundações. As águas do rio Elba começaram a baixar lentamente nas ruas de Meissen, mas ainda é muito cedo para fazer trabalhos de recuperação da cidade.

  • Aufräumen in Deggendorf (Foto:dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Ajuda dos EUA

    No sul da Alemanha, no entanto, a limpeza já começou. A cidade bávara de Deggendorf, no sudeste do país, foi particularmente afetada pelas inundações e contou com a ajuda de soldados do exército norte-americano. Porões e o primeiro andar dos prédios estão sendo limpos, mas a maioria do que restou são escombros e lixo.

  • Soldaten schleppen in Passau Müll weg (Foto:dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Lama por todo lado

    Primeiro foram os sacos de areia, agora são os sacos de lixo. Em Passau, na confluência entre os rios Danúbio, Inn e Ilz (sudeste), o exército ajuda na limpeza da cidade. Aqui, as águas já deixaram as ruas, que agora estão cobertas por muita lama. "É um caldo de mau cheiro", disse um porta-voz da cidade.

  • Mit Wasserwerfern Schlamm beseitigen (Foto:dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Depois da água, mais água

    A polícia de Passau usou canhões de água para limpar as calçadas cobertas por lama. Uma escola da cidade alojou as doações: roupas, sapatos, escovas de dente, comida e bolos. Muitos cidadãos ficaram encantados com as manifestações de apoio.

  • Überfluteter Fähranleger in Darchau, Niedersachsen (Foto:dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Ameaça no norte do país

    Nem barcos, nem carro estão circulando por aqui. Em Darchau, no norte da Baixa Saxônia (noroeste), quase não se pode ver as ruas. O norte da Alemanha espera o aumento do nível das águas nos próximos dias. Aqui, milhares de pessoas trabalham incessantemente para aumentar os diques. As autoridades declararam que existe o risco deles não aguentarem a força das águas.

  • Die Pegel steigen: Pegel in Köln am Rheinufer (Foto:dpa)

    Os rastros de destruição da enchente na Alemanha

    Mais chuva no sul

    Algumas horas de ansiedade esperam os moradores do sul da Alemanha. O Serviço Meteorológico Alemão prevê chuvas fortes, especialmente na Baviera. Com o solo saturado com água, as chuvas podem trazer novos problemas. Mas os meteorologistas também esperam uma melhora do tempo durante a semana.


    Autoria: Klaus Jansen (mas) | Edição: Renate Krieger

Sombras do passado

A memória do triste episódio das ditaduras militares é tratada diferentemente na América Latina.

  • Galerie Iran Impressionen Alltag

    População sofre com sanções e crise econômica

    Sanções cada vez mais duras

    Em 2006, o Ocidente iniciou a primeira leva de sanções para forçar o regime iraniano a esclarecer seu programa nuclear. Na época, falava-se de "sanções direcionadas". Europa e Estados Unidos asseguraram não ter nada contra a população civil, apenas contra o regime. Infelizmente os embargos do Ocidente atingem em primeira linha a sociedade civil.

  • Bildergalerie Iran KW 7

    População sofre com sanções e crise econômica

    "Sanções nos fazem cócegas"

    ... é o que está escrito num cartaz apresentado por partidários do regime por ocasião do 34º aniversário da revolução islâmica. As consequências das sanções são minimizadas pelas lideranças e por partidários do regime.

  • Flash-Galerie Armut in Teheran

    População sofre com sanções e crise econômica

    Problemas sociais

    Pobreza e desemprego continuam aumentando no Irã. Especialistas em economia iraniana dizem que desde o final da Guerra Irã-Iraque (1980-1988) raramente a situação econômica e social esteve tão ruim. Segundo eles, as sanções e principalmente a "equivocada" política econômica do governo Ahmadinejad são responsáveis por esta problemática.

  • Bildergalerie Arbeitslosigkeit in Iran

    População sofre com sanções e crise econômica

    Taxa de desemprego elevada

    Oficialmente, a taxa de desemprego é de 12%, mas o número real pode ser quatro vezes mais alto. Para não empobrecer completamente, muitas pessoas aceitam qualquer tipo de trabalho.

  • Kinderarbeit Iran

    População sofre com sanções e crise econômica

    As crianças precisam ajudar

    A gravidade da situação não poupa nem os mais jovens da sociedade. Algumas famílias mandam seus filhos trabalhar na rua. Segundo um relatório do parlamento iraniano, em todo o país existem mais de três milhões de menores de 18 anos que trabalham em vez de frequentar a escola.

  • Arbeiter

    População sofre com sanções e crise econômica

    Trabalho não remunerado

    Algumas firmas já não têm condições de pagar seus funcionários. Estes trabalhadores esperam já há 22 meses pelo ordenado. Por medo de perder o emprego, muitos iranianos trabalham por longos períodos sem receber salário.

  • Villen im Iran

    População sofre com sanções e crise econômica

    Os que ganham com a crise

    Na crise atual, enquanto aluguéis, preços de terrenos e da construção sobem rapidamente, os novos ricos e aqueles que se beneficiam das sanções para aumentar seu capital constroem novos palácios e mansões.

  • Brot Iran Wirtschaft

    População sofre com sanções e crise econômica

    Os que perdem com a crise

    Também os preços para os produtos alimentícios básicos, como pão, continuam subindo, ainda que muitos deles sejam subsidiados. A taxa de inflação entre março de 2012 e março de 2013 superou 30%. Por algum tempo, a carne de frango esteve tão racionada que quando excepcionalmente aparecia no mercado provocava filas imensas e causava tumulto nos locais de venda.

  • Iran Lebensmittelpreise steigen

    População sofre com sanções e crise econômica

    O importante é ter arroz

    Para as famílias iranianas, o arroz é um dos produtos alimentícios básicos. Até mesmo o arroz indiano, que é mais barato por causa de sua má reputação devido ao alto teor de arsênio, hoje provoca longas filas diante dos locais de compra.

  • Iran Medikamentenmangel

    População sofre com sanções e crise econômica

    Falta de medicamentos

    A escassez e o aumento de preços não afeta apenas os gêneros alimentícios. No Irã, cerca de 6 milhões de pacientes sofrem com as sanções econômicas que dificultam a importação de remédios. Nos últimos anos, os preços de alguns remédios aumentaram entre 30 e 200%.

  • Iran Teheran Konsum

    População sofre com sanções e crise econômica

    Renunciar ao consumo

    Para suprir as necessidades básicas, muitos iranianos precisam renunciar a bens de consumo. Os comerciantes tentam atrair clientes com ofertas especiais, para vender ao menos parte de suas mercadorias. Segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional), a economia iraniana encolheu 2% em 2012 e a previsão para 2013 é que diminua 1,3%.

  • Iran Wirtschaft Banken Geld Inflation

    População sofre com sanções e crise econômica

    Desvalorização da moeda

    No final do ano passado, o rial iraniano perdeu substancialmente seu valor, enquanto o dólar e o euro subiram. O declínio do rial alimenta o índice de inflação. O bazar de Teerã teve que fechar, pois não foi mais possível vender a preços razoáveis. A polícia teve que agir contra uma multidão enfurecida que protestava contra a desvalorização da moeda.


    Autoria: Jashar Erfanian / Shahram Ahadi (rse) | Edição: Roselaine Wandscheer