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Futebol

Morre Alex Alves, ídolo no Palmeiras, Cruzeiro e Hertha Berlim

Clube alemão lamenta a morte do atleta, que faleceu aos 37 anos, vítima de leucemia. Alex Alves deixa na lembrança dos torcedores alemães um belo gol marcado em 2000.

O ex-jogador de futebol Alex Alves morreu aos 37 anos, vítima de leucemia, nesta quarta-feira (14/11). O atleta, que havia abandonado o futebol em 2010, faleceu pela manhã na cidade de Jaú, no estado de São Paulo. Ele estava internado desde setembro para tratar a doença, diagnosticada meses antes. A morte foi confirmada pelo Hospital Amaral Carvalho.

Profissional desde 1992, Alex Alves estreou aos 18 anos na equipe principal do Vitória. Mais tarde foi contratado pelo Palmeiras, clube pelo qual seria campeão brasileiro em 1994. Outros clubes que defendeu foram o Juventude, a Portuguesa e o Cruzeiro.

Foi no clube de Belo Horizonte que o atacante se destacou ao participar das conquistas da Taça Libertadores (1997), da Supertaça Sul-Americana (1998) e do Campeonato Mineiro (1998), marcando, no total, 27 gols em 41 jogos.

Ida para a Alemanha

Seu desempenho no Cruzeiro despertou o interesse do Hertha Berlim, clube que representou entre 2000 e 2003, na sua primeira experiência fora do Brasil. Em 2000 ele foi distinguido com o gol do ano da Bundesliga após marcar numa vitória de 4 a 2 sobre o Colônia. Ele fez o gol do meio do campo, após o Hertha reiniciar a partida depois de levar um gol. Pelo Herta, Alex Alves fez 25 gols em 81 jogos.

O diretor esportivo do Hertha Berlim, Michael Preetz, disse estar muito abalado com a morte do atleta. “Aqui no Hertha tínhamos a esperança de que a situação dele melhorasse graças ao tratamento com células-tronco e que ele pudesse superar essa situação”, afirmou Preetz. “Nossos sentimentos estão com a família.”

De volta ao Brasil, Alex Alves passou por Atlético Mineiro, Vasco da Gama, Vitória, Boavista do Rio de Janeiro, Fortaleza, voltou à Europa para representar os gregos do Kavala e pendurou as chuteiras em 2010 jogando pelo modesto União Rondonópolis.

RC/lusa/dpa
Revisão: Alexandre Schossler

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