Pouco mais de dois anos após os atentados de Madri, a Justiça espanhola acusou 29 suspeitos de envolvimento no banho de sangue. A acusação se dirige contra um grupo terrorista islâmico local, que – segundo o juiz responsável pelo caso – não é diretamente ligado à rede terrorista internacional Al Qaeda. Os atentados a bomba contra estações ferroviárias da capital espanhola, ocorridos 11 de março de 2004, fizeram 191 mortos e mais de 1500 feridos.