Moçambique sediou encontro entre instituições religiosas, estatais e organizações não governamentais para discutir tráfico de seres humanos. O assunto tem se tornado crítico na África Áustral devido a muitos fatores.
A Polícia Nacional de Angola negou formalmente esta sexta-feira (25.05) a existência de milícias em Luanda que atacam manifestantes anti-governo. Alguns ativistas acusam a própria polícia de estar por trás das agressões.
Comissária dos Direitos Humanos, Navi Pillay (foto), está preocupada com instabilidade e abusos de direitos humanos desde golpe de Estado (12.04). Representantes internacionais querem unir forças para estabilizar país.
A DW África falou com advogado e jornalista angolano William Tonet que, em 1977, trabalhava no gabinete de Nito Alves. Hoje é uma das vozes que denunciam as atrocidades cometidas por ordem do presidente Agostinho Neto.
Ao longo desta semana os jornais alemães publicaram vários artigos relacionados com o continente africano. A situação na Guiné-Bissau mereceu destaque, assim como a situação de emigrantes portugueses em Moçambique.
Um suposto “Grupo de Cidadãos Angolanos pela Paz, Segurança e Democracia” reivindicou vários ataques contra jovens que ousam manifestar-se contra o regime em Angola. Quem está por trás deste grupo sem rosto?
Em muitos países africanos as violações dos direitos humanos continuam na ordem do dia. Em Angola, por exemplo, é preciso muita coragem para sair à rua em protesto contra o governo, diz a Amnistia Internacional.
A DW África falou com o presidente da UNITA, o maior partido da oposição angolana, sobre a reconciliação entre o Estado e as vítimas do 27 de maio de 1977. Segundo Isaías Samakuva, ainda há muito caminho a percorrer.
Uso de força excessiva por parte da polícia, ameaças à liberdade de expressão e impunidade são alguns dos abusos observados em 2011 pela Amnistia Internacional (AI) nestes três países africanos de expressão portuguesa.
A data foi anunciada esta quarta-feira (23.05.) pelo presidente angolano José Eduardo dos Santos. O anúncio surge num ambiente tenso, em que oposicionistas se têm vindo a queixar de pressões e mesmo agressões físicas.
Várias organizações se têm debruçado sobre o problema: agora é a vez da Open Society exigir também mais clareza sobre os negócios com o petróleo angolano. O objetivo é aplicar as riquezas no combate à pobreza em Angola.
Sanções para os golpistas e apoio militar ao regresso do ex-primeiro-ministro - estes são apenas dois dos pedidos deixados por vários eurodeputados portugueses na sessão que decorreu em Estrasburgo.
A abertura do debate está a cargo do vice-presidente do grupo PPE. Os democratas-cristãos vão apresentar uma resolução que condena o golpe de Estado de 12 de Abril e exige uma tomada de posição sobre o assunto.
27 de maio de 1977 em Angola
Dezenas de milhares de angolanos foram torturados, mandados para campos de concentração e fuzilados sem julgamento neste período negro da história angolana. 35 anos depois, vamos tentar saber mais sobre o que aconteceu.
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A DW África vai sortear três iPods entre os usuários que aderirem até finais de maio de 2012 à página Facebook da DW Português para África.
ONU condena ataque do governo sírio a Houla. Tráfico de seres humanos na África Austral preocupa a Igreja Católica. Especialistas exigem melhoria no acesso à educação nos países mais pobres. Magazine Desportivo.
Após massacre, oposição síria chama população para batalha contra o regime. Três candidatos que perderam as eleições no Egito alegam fraudes no escrutínio. Há 35 anos, começava o perído mais negro da história angolana.
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Página sobre a conferência em Frankfurt (em inglês)